terça-feira, 26 de novembro de 2013

Osvaldo Menna Barreto de Abreu

* O general de brigada Osvaldo Mena Barreto nasceu em São Gabriel, no dia 13 de setembro de 1901 e faleceu em 1969. Oficial do Exército, ainda tenente participou da Revolução de 1930 no Rio de Janeiro. Teve atuação também na Revolução Constitucionalista de São Paulo, em 1932.  

A sua unidade deveria combater os revoltosos, mas ele passou para o outro lado. Posteriormente foi preso, posto em liberdade em 1934 e anistiado. Coronel em 1951, foi promovido a "General de Brigada" a 9 de abril de 1956, passando para a reserva remunerada, a seu pedido.

Serviu em Dom Pedrito, Rio Pardo, Bagé, São Gabriel e nos "Dragões da Independência", no Rio de Janeiro. Em algumas destas cidades serviu mais de uma vez. Existem livros publicados, contando a história e a árvore genealógica da família Menna Barreto, e o último deles foi compilado pelo saudoso Oswaldo Menna Barreto de Abreu.

Era casado com a prima Florinda Menna Monclaro, com quem teve três filhos: Leda Monclaro Mena Barreto, Leony Monclaro Menna Barreto e José Luis Monclaro Menna Barreto.

Exímio cavaleiro, jogador de "Pólo", tomou parte em competições internacionais. Ao passar para a reserva, o coronel Arthur Danton de Sá e Souza, comandante da 3ª D.C, se expressou a seu respeito: “Por ter, a pedido, sido transferido para a reserva, deixa nesta data, o Comando da 3º R.C. Mot., o Cel. Osvaldo Menna Barreto.  

Pertencente a uma ilustre e valorosa estirpe de soldados, o coronel Osvaldo deixa na 3ª D.C. e na guarnição de São Gabriel o rastro luminoso e imperecível de um devotamento ímpar ao nosso Exército, consubstanciada por uma longa soma de serviços que evidenciam quaisquer que seja os ângulos de apreciação, os traços marcantes de um cavalariano de fria têmpera. (...). 

No exercício sucessivo das várias funções militares, demonstrou sempre finíssima educação, perfeito equilíbrio e justeza nas ações, excepcional senso de justiça e solidariedade humana, inconfundível amor à arma que João Propicio honrou e dignificou, e sobretudo, exata compreensão das responsabilidades que cabem àqueles que escolhem a missão de condutores de homens”. (Fonte: “Ainda os Menna Barreto” - Publicado no blog "Sangue Palmeiro")


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