quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Jaracuçu do Brejo

Em 1939, o célebre e mundialmente conhecido Instituto Butantã, de São Paulo, solicitou que lhe fosse remetido um exemplar de uma serpente que foi encontrada na Estância Panorama, na região de Arroio do Salso, e que não foi identificada em São Gabriel.

O autor da caçada a cobra foi o senhor Valêncio de Oliveira Corrêa, que além de cultivar a arte cinegética era apreciado cronista gabrielense. Ele disse que a serpente foi caçada viva no “Rincão do Biguá”, em campos do doutor Domingos Santayanna Mascarenhas naquele ano. A cobra media 2m40cms de comprimento por 22 cms de circunferência na parte mais grossa.

Foi remetida viva para o Instituto Butantã, em caixa apropriada e sem ser machucada. Essa serpente, até então desconhecida em São Gabriel, foi identificada como “Jaracuçu do Brejo” ou “Cobra Nova”, muito frequente no Brasil Central, agressiva mas não venenosa, como as “Boiciningas”, denominação das cobras peçonhentas brasileiras. (Fonte: Livro “São Gabriel na História”, de Aristóteles Vaz de Carvalho e Silva)

A "Jaracuçu do Brejo" pode ser encontrada em toda a América do Sul. Não é venenosa.

Um comentário:

  1. Meu grande amigo,tive o privilégio de ler teus primeiros Poemas manuscritos,adquiri teu primeiro livro.
    Mora na cidade Rio Grande,foi emocionante te reencontrar -Viva São Gabriel.
    Aqui o velho Adão Arrieche de Verdes Tempos.

    meu email- iberia@vetorial.net

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